Oi, leitor(a)! Já imaginou lidar com uma denúncia grave e não receber o apoio que esperava?
Essa é a história de Juliana Oliveira, ex-assistente de palco do The Noite, que acusa Otávio Mesquita de estupro.
Oi, leitor(a)! Já imaginou lidar com uma denúncia grave e não receber o apoio que esperava?
Essa é a história de Juliana Oliveira, ex-assistente de palco do The Noite, que acusa Otávio Mesquita de estupro.
O caso, registrado em vídeo, veio à tona recentemente e expôs não só o apresentador, mas também a reação preocupante da alta cúpula do SBT.
O advogado de Juliana Oliveira, Hédio Silva, revelou detalhes estarrecedores sobre o caso. De acordo com ele, a denúncia se baseia na prática de atos libidinosos sem consentimento, configurando estupro conforme a legislação brasileira atualizada em 2009. Na época, Juliana foi vítima de apalpamentos nas nádegas e seios por parte de Otávio, enquanto tentava se defender com tapas e chutes.
O mais chocante? Apesar da gravidade, o SBT teria ignorado os pedidos de ajuda de Juliana quando ela procurou a emissora no último trimestre de 2024. Essa falta de suporte institucional ampliou as consequências emocionais para a ex-assistente, que já sofria com o trauma do ocorrido.
Além da negligência, Hédio destacou um componente ainda mais perturbador: a questão racial. Ele afirmou que há uma percepção equivocada de que o corpo da mulher negra seria público, como se fosse aceitável violar seus limites. Esse preconceito estrutural pode ter contribuído para a falta de atenção ao caso por parte do SBT.
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Para Juliana, a ausência de apoio da emissora agravou sua situação, transformando um trauma pessoal em uma batalha pública. Agora, o caso ganha notoriedade e levanta debates importantes sobre como as vítimas de abuso são tratadas no ambiente corporativo. Você consegue imaginar o impacto disso?
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